Esses dias

Esses dias são estranhos, têm um ar diferente pelas ruas. Luzinhas brilhosas, um clima devulgarização da alegria, a necessidade de sorrir imposta pelos que acreditam emnovos dias e novos tempos depois de virar a página do calendário. Pode ser culpa de meses esquisitos para mim. Ando rodeado pela antiga melancolia ...

Fuga n° 1

Não que esta seja a primeira, mas sim a primeira que assumo autoria e escrevo sobre ela. Muitas vezes há a necessidade de fuga, uma fuga inevitável. Nem sempre podemos enfrentar tudo peito a peito. E quando esse nem sempre chega, é hora de fuga. Não considero covardia, nem punição pessoal, o ...

Onde morar?

Com toda a certeza do mundo esta foi a pergunta que rondou minha quarta e ronda minha atual quinta. E agora, onde morar? Causa-me espanto esta pergunta, porque até então eu nunca tinha formulado esta questão no meu caderno de textos. Espanto por ser uma pergunta tão complexa, formulada com ...

Texto sobre nomes, lamentações e afins

Estou ouvindo a mesma música tem um bom tempo. Coisa de semanas, talvez. Aos corajosos, deixo aqui registrado: Sapato, do Rubel. Nesse exato momento, escuto-a como pano de fundo desse texto. Clarice e Caio não me visitam desde meses atrás e não vejo problema nisso. A fila de leitura anda quilométrica ...

A grande onda

Para ler ouvindo “A Grande Onda”, do Cícero. https://open.spotify.com/track/6v862gkWqqz11GgaboKHo2 (Sim, o título desta crônica é uma cópia descarada) (Após uma ressaca eleitoral pior do que ressaca de vinho seco, procurei escrever para mandar a cefaleia para aquele lugar) No domingo, 07, votei pela segunda vez na vida. Um dia antes, ...

Insatisfação Costumeira

Mas que rotina! São as mesmas faces, as mesmas dores, as quase-nunca alegrias. Tem uma hora que cansa, não acham? Li em algum lugar que nós, “seres racionais” necessitamos de um estado de plena insatisfação. Ou seja, ninguém nunca é feliz para sempre — após dizer isso, arrependo-me profundamente ao ter que ...

Fim de expediente

Luzes apagadas, portas fechadas. Térreo, Por favor — peço a um casal que confessavam segredos um ao outro próximo do painel com os botões a serem apertados para fazer o elevador funcionar. Saio junto com o rapaz de dread do terceiro andar e a mulher que sempre faz o sinal da Cruz ...

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